O que se lê a seguir foi escrito por pessoas que, em diferentes momentos das suas vidas, procuraram ajuda. Estes testemunho não foram editados e são partilhados na íntegra.
“O caminho é duro mas foi mais leve por a saber ali.”
Sempre fui aquela pessoa que achava que a terapia não era para mim, que achava que varrer para debaixo do tapete era a solução perfeita para tudo o que nos incomoda. Quando não vemos problemas na nossa vida, às vezes até os desejamos para justificar certos sentimentos que se instalam e que aparentemente não fazem sentido.
Já conhecia a Patrícia do seu trabalho no Círculo Perfeito e sempre me pareceu a pessoa ideal para falar: assertiva, empática, sem julgamentos. “E se eu experimentasse isto…”: foi um burburinho que começou a falar comigo e o timing [ter feito quarenta anos] e a Patrícia ter aberto vagas para as suas sessões foi o match ideal para dar uma oportunidade à terapia.
O caminho é duro mas foi mais leve por a saber ali. A Patrícia vai ao encontro do que faz mais sentido para nós, não escolhe atalhos e tem o dom de encontrar sempre as metáforas certas para cada situação.
Sónia Santos, 40 anos, Gafanha da Nazaré
“O processo terapêutico mais profundo e transformador, mas também mais simples e eficaz.”
Sendo formada em psicologia e depois de vários anos com psicoterapeutas diferentes, nunca me imaginei a fazer hipnoterapia. Não tinha interesse em cacarejar como uma galinha e não acredito em vidas passadas — a que tenho agora dá-me trabalho suficiente. Se não fosse por conhecer a integridade e brio profissional da Patrícia de outros caminhos profissionais acho que nunca lhe teria pedido ajuda. Mas pedi.
Numa fase em que me sentia emocionalmente destruída, a Patrícia foi a única em quem consegui confiar. Entendi que hipnoterapia não é nada do que imaginei. Tem sido um processo de uma transformação como já não tinha esperança de conseguir. Penso com mais clareza, sinto-me mais serena e mais capaz.
Fazer terapia é um processo desconfortável e exigente, mas a Patrícia tem conseguido sempre dizer-me o que me custa ouvir e levar-me onde não quero ir com o cuidado e gentileza que preciso. A Patrícia dá-me perspetiva, acolhe-me e desafia-me.Tem sido o processo terapêutico mais profundo e transformador, mas também mais simples e eficaz. Hoje sinto-me muito diferente mas cada vez mais eu, mais inteira. A Patrícia é sempre a primeira pessoa que recomendo.
C.F.
“As sessões são profundas, certeiras. Mas empodera-me com a certeza de que é fora delas que o maior trabalho acontece.”
Cheguei à Patrícia numa altura em que o meu medo de morrer se mascarava em crises de ansiedade e ataques de pânico constantes. Na altura essas crises não tinham nome e levaram-me várias vezes ao hospital. No dia-a-dia, o pensamento acelerado e trágico tiravam-me toda a qualidade de vida.
No meio deste processo, descobri que tinha endometriose, uma doença crónica com desafios diários de gestão de dor. Ser acompanhada por alguém que conhece profundamente esta doença e as implicações que ela tem em todas as esferas da minha vida, não tem preço.
Com a Patrícia descobri como ganhar distância emocional dos meus problemas, aceitei o silêncio como algo necessário e importante para mim. Não me deixa desresponsabilizar-me pela conquista dos meus medos, e convida-me a sentar-me com eles, sozinha. As sessões são profundas, certeiras. Mas empodera-me com a certeza de que é fora delas, na contemplação, que o maior trabalho acontece.
Ângela Silva
“Sete meses de trabalho profundo mas que senti sempre com sentido cá dentro.”
Depois de uma primeira tentativa de terapia que resultou apenas num processo pesado e que me fez reviver dolorosamente o passado e temer o futuro, sem me trazer nem paz nem resultados, encontrei nas sessões com a Patrícia aquilo que precisava: 7 meses de trabalho profundo mas que senti sempre com sentido cá dentro.
Sessões onde me senti realmente acompanhada e nunca julgada e que resultaram num verdadeiro “encaixar” de peças em mim. Num tema como o do abuso sexual, a sensibilidade, seriedade e profissionalismo da Patrícia foram cruciais para que eu própria me conseguisse ajudar.
Carolina, 39 anos, Lisboa
“Ao fim de 8 meses de trabalho com a Patrícia só posso dizer que mal gasto foi o dinheiro que paguei antes de chegar aqui.”
Um amigo recomendou-me a Patrícia quando me divorciei. Levei dois anos para avançar porque achei que as consultas eram caras e, por acaso, a minha relação com o dinheiro era um dos motivos que me trazia às consultas. Nestes dois anos tive consultas com outros profissionais com quem não me identifiquei, e ao fim de 8 meses de trabalho com a Patrícia só posso dizer que mal gasto foi o dinheiro que paguei antes de chegar aqui.A atenção aos detalhes do que fui dizendo, o cuidado, a seriedade e a objetividade da Patrícia são os pontos que mais destaco.
C. Teotónio, Roterdão
“A terapia para mim foi como abrir uma janela e deixar entrar a luz — doeram-me os olhos, mas agora que bem me tem sabido.”
Toda a minha vida vivi em luta com o meu corpo, e finalmente começo a perceber que há outro caminho — um caminho bem mais prazeroso e feliz. Aceitar-me, fazer as pazes, ser gentil comigo e com o meu corpo, descobrir que o meu corpo merece vestir tudo aquilo que os outros corpos vestem.Estou a aprender a ocupar o meu espaço, com orgulho e sem vergonha. A terapia para mim foi como abrir uma janela e deixar entrar a luz — doeram-me os olhos, mas agora que bem me tem sabido.
M.C.
“Saio das sessões sempre mais leve e com clareza no que preciso de trabalhar.”
Comecei a fazer sessões com a Patrícia depois de um evento traumático que me fez sofrer de insónias, e mais tarde juntei a necessidade de trabalhar comportamentos obsessivo-compulsivos que já me acompanham há anos.
O que mais aprecio nas sessões — para além da capacidade de interpretar, desafiar e ajudar a desconstruir ideias enraizadas, criando verdadeiros ‘aha moments’ — são as estratégias práticas para implementar no dia a dia, personalizadas à minha realidade. Saio das sessões sempre mais leve e com clareza no que preciso de trabalhar para, passo a passo, lidar com os desafios que vão surgindo.
Catarina Rouxinol
