Lembra-se da primeira vez que fumou um cigarro?
Se calhar não, e, em rigor, isso agora não é importante.
O que é importante é dar-se conta que aquilo que hoje é um problema, outrora foi uma solução.

Gosto de chamar a isto o iceberg do tabaco: para além das consequências físicas, este vício está profundamente entrançado no que somos e nos nossos instintos físicos e sociais de sobrevivência.

deixar de fumar

Este é o principal motivo porque a mera força de vontade não é, maioria das vezes, suficiente para deixar de fumar.
O seu subconsciente guardou o simples ato de fumar como algo que você quer e/ou necessita e que cumpre um propósito – e apesar deste propósito não estar presente agora a um nível consciente, é ele que mantém o vício ativo.
Daí o regresso aos cigarros em situações de stress ou quando voltamos a repetir um padrão.

Com hipnoterapia é possível remover este condicionamento.
O processo é bastante simples e não exige qualquer preparação ou procedimento prévio, à excepção de estar motivado para voltar a ser um não-fumador.

O meu programa para deixar de fumar compõe-se de 3 sessões.
A primeira é uma sessão de avaliação e de esclarecimento após a qual ambos decidiremos se a hipnoterapia é a forma adequada para si neste contexto (esta primeira sessão não estabelece nenhum vínculo de parte a parte no seguimento do programa); a segunda, é a sessão de terapia propriamente dita e a terceira e última é uma sessão de controlo para garantir que não substitui este vício por um outro (comer, roer unhas, etc.).